terça-feira, 7 de agosto de 2018

Oficina gratuita para mulheres negras tem inscrições prorrogadas

Foto: Divulgação


A oficina gratuita de editoração artesanal, promovida pela Organização Gongombira de Cultura e Cidadania, está com as inscrições prorrogadas até a próxima segunda-feira, dia 13. A atividade faz parte do curso Mulheres Negras: Uma Experiência de Autoria, da terceira edição do projeto Mãe Ilza Mukalê (MIM III).
A oficina será realizada de 13 a 25 de agosto, com dois horários disponíveis, às 16h30 e às 19h, no Terreiro de Matamba Tombenci Neto. Para se inscrever, é necessário preencher o formulário neste link: clique aqui.

O minicurso será ministrado por Juliane Matarelli, que vem de Belo Horizonte contribuir com o projeto. Bacharel em linguística pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atua como editora, revisora de textos e irá trabalhar a escrita autobiográfica e o desenvolvimento de um trabalho editorial a partir disto.
Juliane Matarelli
Segundo Juliane, o curso de editoração artesanal propõe registrar o que as mulheres, participantes da oficina, precisam expressar.  Ela ainda explica que “importa tornar público o que queremos, o que sentimos, o que pensamos nós, mulheres” e completa que é a oficina é “uma oportunidade de afirmação, uma forma de ocupação de espaços usualmente mantidos sob o domínio masculino: produções escritas – livros, revistas, jornais –, publicações”.
A oficina está divida em cinco módulos, são eles: Roda de conversas com as participantes; A palavra escrita, o texto, a costura, os impressos, as histórias; “Editar não é ditar”; A composição de um livro: da árvores ao voo e “Catando folhas”: o livro livre.
Mãe Ilza Mukalê III
O MIM III promove oficinas gratuitas durante todo o mês de agosto e início de setembro, além de encontros da oralidade com Mãe Ilza e convidadas para debater questões relacionadas às religiões de matriz africana.
O próximo encontro ocorre nesta sexta-feira, dia 10, às 19 horas, com Sanara Rocha e Tereza Sá, com o tema Poéticas Negras Contemporâneas e Ancestralidade. A entrada é gratuita.
O projeto tem promoção do Estado da Bahia e apoio do Teatro Popular de Ilhéus e da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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