segunda-feira, 13 de setembro de 2010

SUCESSO NO LANÇAMENTO DO CURTA-METRAGEM “PRO FILHO QUE PRECISAR. HISTÓRIA DE MÃE ILZA MUKALÊ I”, OCORRIDO NO TERREIRO DE MATAMBA, DIA 11/09.




Nosso muito obrigada a todos que vieram prestigiar Mãe Ilza Mukalê!












O curta “Pro filho que Precisar. História de Mãe Ilza Mukalê I” foi montado por Jaco Galdino, Marinho Rodrigues, Marcio Goldman e Maíra Bühler, a partir de imagens colhidas por Maíra Bühler, Tânia Lima e Marcio Goldman no Terreiro de Matamba Tombenci Neto, entre os anos 2000 e 2008. As imagens, fotos e músicas fazem parte do acervo do Memorial Unzó Tombenci Neto.


Prof:Marcio Goldman












Recebendo uma Linda Homenagem!! Mãe Ilza Mukalê





Momento de Muita Emoção!!


Orquestra Afro Gongombir no Lançamento










MUITO OBRIGADA A TODOS!! MÃE ILZA MUKALÊ












segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O CURTA-METRAGEM: “PRO FILHO QUE PRECISAR. HISTÓRIA DE MÃE HILSA MUKALÊ I” SERÁ LANÇADO NESTE SÁBADO, DIA 11 DE SETEMBRO.




Integrando a programação do projeto OTAMBÍ, que envolve mostras de cinema na comunidade da Conquista, em Ilhéus/BA, nesse sábado ocorrerá o lançamento do curta “Pro Filho Que Precisar. História de Mãe Ilza Mukalê I” (de aproximadamente 25 minutos). Essa obra apresenta a história do Terreiro de Matamba Tombenci Neto, narrada pela atual mãe-de-santo da casa, Hilsa Rodrigues; cuja história própria e de sua família confunde-se com história desse terreiro.
O curta “Pro filho que Precisar. História de Mãe Ilza Mukalê I” foi montado por Jaco Galdino, Marinho Rodrigues, Marcio Goldman e Maíra Bühler, a partir de imagens colhidas por Maíra Bühler, Tânia Lima e Marcio Goldman no Terreiro de Matamba Tombenci Neto, entre os anos 2000 e 2008. As imagens, fotos e músicas fazem parte do acervo do Memorial Unzó Tombenci Neto.
Paralelo ao lançamento desse filme, o Terreiro de Matamba Tombenci Neto realizará a I mostra de vídeos socioambientais do terreiro, em parceria com o CINE CLUBE CARAVELAS, que estará exibindo outras produções regionais como: MOKUSSUY (2009/ Direção: Jaco Galdino e Sol Negrão); NÃO MANGUE DE MIM (2008/ Direção: Jaco Galdino) e É TUDO MENTIRA (2007/Direção: Jaco Galdino e João Paulo Saraiva). E, por fim, no encerramento da mostra de vídeos, ocorrerá a apresentação musical da Banda Gongombira.













Programação:
Dia 11 de setembro
19:00h – Mostra de vídeos socioambientais
* MOKUSSUY (2009). Direção: Jaco Galdino e Sol Negrão,
* NÃO MANGUE DE MIM (2008). Direção: Jaco Galdino
* É TUDO MENTIRA (2007). Direção: Jaco Galdino e João Paulo Saraiva.
20:00 – Lançamento do CURTA-METRAGEM “PRO FILHO QUE PRECISAR. HISTÓRIA DE MÃE HILSA MUKALÊ I”
20:30 – show da Banda Gongombira e coquetel para os convidados
Entrada gratuita.
Apoio Fundação Cultural do Estado da Bahia, Gongombira e Coletivo Prumo. Contato: Marinho Rodrigues – Tel (73) 8809-3958

Projeto Otambi continua todos os sábados no Tombenci


Cinema na Praça D.Roxâ no Terreiro Tombenci










Oficina de percussão do Projeto Otambi














Crianças do Terreiro e da comunidade na oficina de graffiti







Oficina de Graffiti no Terreiro Tombenci Neto











































terça-feira, 31 de agosto de 2010

PROJETO: “OTAMBÍ” (Orquestra de Tambores Mãe Ilza) realizou intervenção artística na rua no ultimo sábado dia 28/08.





O Terreiro de Matamba Tombenci Neto, realizou no ultimo sábado dia 28 de agosto na Av.Brasil nos carilos em frente ao Terreiro, uma “INTERVENÇÃO ARTÍSTICA NA RUA”. Como uma das ações do projeto OTAMBÍ - Orquestra de Tambores Mãe Ilza -, selecionado no Calendário de apoio a projetos da FUNCEB (Fundação Cultural do Estado da Bahia); essa intervenção contou com a participação das bandas: Gongombira e Macaco Santo (projeto paralelo da banda OQuadro); e ainda, dos grupos de dança KY dance, Conexão Dance, do grupo de capoeira Tribo Unida, e do escritor de Graffiti Quinho Fonseca, que confeccionou um painel de graffiti ao vivo. A intervenção na rua ocorrerá nos meses de setembro, dia 25 e outubro, dia 23 a partir das 18:hs, em frente ao Terreiro.



































































































O Projeto OTAMBI conta com apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia, das Organizações Gongombira de Cultura e Cidadania, e Coletivo Prumo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PROJETO: “OTAMBÍ” (Orquestra de Tambores Mãe Ilza) realizará intervenção artística na rua neste dia 28/08.



O Terreiro de Matamba Tombenci Neto, recentemente contemplado pelo Ministério da Cultura no Prêmio Culturas Populares - e assim reconhecido como uma das maiores referências sócio-culturais do estado da Bahia – realizará neste sábado, dia 28, a “INTERVENÇÃO NA RUA”. Como uma das ações do projeto OTAMBÍ - Orquestra de tambores Mãe Ilza -, selecionado no Calendário de apoio a projetos da FUNCEB (Fundação Cultural do Estado da Bahia); essa intervenção contará com a participação das bandas: Gongombira e Macaco Santo (projeto paralelo da banda OQuadro); e ainda, dos grupos de dança KY dance, Conexão Dance, do grupo de capoeira Tribo Unida, e do escritor de Graffiti Quinho Fonseca, que confeccionará um painel de graffiti ao vivo. A intervenção na rua ocorrerá neste sábado à partir das 18hs, enfrente a sede do Dilazenze nos Carilos.
Com essa Intervenção pretende-se chamar a atenção da juventude do bairro da Conquista e de outras comunidades de Ilhéus, para a participação nesse projeto de formação cultural, que ainda têm vagas disponíveis para as oficinas de percussão, graffiti e RAP (ritmo e poesia), que seguirão ocorrendo aos sábados no terreiro, até fins de outubro desse ano.

















REFERÊNCIAS:
Além do apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia, pra realização desse projeto, o Terreiro de Matamba Tombenci Neto, conta com o apoio de: Mestre Tolly, que têm em sua biografia mais de 20 anos, como professor de percussão na escola de dança da FUNCEB, e que veio para Ilhéus especialmente pra montagem dessa orquestra; como também de Quinho Fonseca, grafiteiro há mais de 10 anos, e integrantes de um dos mais importantes grupos de Graffiti de SP (e do Brasil), o grupo OPNI - e que assumirá as atividades do “pintando no terreiro”; da banda de hip hop, O Quadro, que ministrará oficinas de rap - ritmo e poesia – além de intervenções artísticas na comunidade, por meio do projeto paralelo “Coletivo Macaco Santo” que une músicas da diáspora africana com a pintura de painéis de Graffiti ao vivo; além do apoio das Organizações Gongombira de Cultura e Cidadania, Dilazenze e Coletivo Prumo. (Contato: Marinho – Tel (73) 88093958 / Gal (73) 36344320/ 81554613)