sexta-feira, 24 de novembro de 2017


Ontem (23), a Organização Gongombira realizou no Terreiro Matamba a Exibição do documentário “Quem Realmente Somos”,do cineasta Paulo Alberton. A atividade faz partir da programação do novembro Negro  da Gongombira é contou com a presença do Mestre Roxinho 



 





quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Exibição gratuita de documentário e Roda de Conversa com Mestre Roxinho no Terreiro Matamba Tombenci Neto nesta quinta(23)



Nesta quinta-feira (23), será realizada uma exibição gratuita do documentário “Quem Realmente Somos”, do cineasta Paulo Alberton, no Terreiro Matamba Tombenci Neto, às 19 horas. A atividade é uma iniciativa da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania.
O documentário mostra a mudança de Mestre Roxinho para a Austrália em 2006 quando começa a ensinar capoeira angola a um grupo de jovens refugiados africanos numa escola pública em Sydney. O vice-diretor da escola resiste ao programa argumentando que a capoeira não ajuda os alunos a melhorarem seu comportamento ou suas notas. A psicóloga da escola, por outro lado, defende que a Capoeira ajuda os refugiados sem formação prévia a se integrar na Austrália.
O documentarista se envolve com esses alunos enquanto conduz oficinas de vídeo participativo e acompanha incríveis histórias de imigração e diáspora que se desenrolam por entre rabos de arraia e versos de rap. Paulo Alberton tem doutorado profissional em comunicação em artes pela Western Sydney University, e mestrado profissional em direção de documentários pela renomada Australian Film Television and Radio School (AFTRS), ambas na Austrália. Como parte do doutorado, produziu o documentário longa-metragem “Quem Realmente Somos”, que acompanha, durante sete anos, o assentamento de um grupo de 30 jovens refugiados africanos na Austrália.

Confira como foi os Festejos de Encerramento do Projeto Otambí 2017


 O Projeto Novembro Negro da Organização Gongombira, realizou na noite do dia (20) de novembro os Festejos de encerramento do Projeto Otambí 2017. A abertura da festa ficou por conta do Maracatu Estrela de Serra Grande.
















 E pra os festejos ficarem mais alegre a Orquestra Gongombira colocou a galera pra dançar com muito samba reggae. Relembrou sucessos antigos e estreou a nova música de trabalho, que promete agitar o verão
















 Para encerrar a noite e o projeto Otambí com chave de ouro, o SambaDila agitou o público com muito samba de roda. Ninguém conseguiu ficar parado








sexta-feira, 17 de novembro de 2017

PROGRAMAÇÃO NOVEMBRO NEGRO DO PROJETO OTAMBÍ


Classificação livre
Entrada gratuita
·         Sábado (18), a partir das 15 horas, no Espaço Cultural Dilazenze, no Alto da Conquista, Ilhéus
Zendembás: empoderamento do Cabelo Crespo”, com roda de conversa, oficina de turbante e penteados afro, desfile de moda, intervenção do artista plástico Dado Loko, discotecagem e projeções.
Feira Criativa e Cultural da Rede Matamba, com exposições de produtos confeccionados pela comunidade e convidados.
·         Domingo (19), a partir das 16 horas, na Avenida Brasil, em frente ao Espaço Cultural Dilazenze, no Alto da Conquista, Ilhéus
Mostra de Grupos de Dança de Rua, que contará com a participação de diversos grupos de dança de rua de Ilhéus.
·         Segunda (20), às 19 horas, na Avenida Brasil, em frente ao Espaço Cultural Dilazenze, no Alto da Conquista, Ilhéus

Encerramento do projeto Otambí edição 2017, com shows da Orquestra Afro Gongombira de Percussão e SambaDila e apresentação do Maracatu Estrela de Serra Grande. 

Mesa - Redonda: Devir Negro e Constituição de Saberes na Universidade Federal do Sul da Bahia Na Programação do Novembro Negro !


O presidente da Organização Gongombira e coordenador geral do Otambí, Marinho Rodrigues, esteve presente ontem (16), no Campus Jorge Amado da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), na mesa-redonda "Devir Negro e Construções de Saberes na Universidade. O evento também contou a presença de Ana Cláudia C. Silva, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF) e medição de Cynthia C.S. Barra, professora da UFSB. 
Alunos da instituição, dos cursos de graduação e pós, além de militantes sociais e interessados no tema, marcaram presença.